E se não for? E se for? Como é que faz pra saber se é? Ah, só vou se tiver certeza. E dá pra ter? O que quero eu sei, mas não tenho noção se é esse o caminho que vai me fazer alcançar, se é que dá pra ser assim “alcançado”, capturado, seguro, palpável. Um medo danado de errar mais uma vez. De arrepender, de doer, de arriscar. Mas que adianta prever? O você mudou. O eu também. O tempo, a história, a tal da circunstância. Mudou . Passou. Pensando assim, não vejo porque não. Pode até ser bom. E se não for, que pena! Vai passar. Que seja, sinta e passe, então. Mais uma vez.

é como eu digo... nada é constante, exceto a mudança. e é bom a gente saber disso, mesmo que de vez em quando ache que as feridas/cicatrizes e até mesmo, quem sabe, alegrias são profundas demais pra passar. tudo isso passa. até a uva passa. (o comentário tava filosófico demais, então eu tinha que dar meu toque leso no final, sorry! kkkkkkkkk) lindo texto, ceci!
ResponderExcluirOi, Cecília, boa noite!!
ResponderExcluirA incerteza de alguém ou algo ter mudado ou não traz uma enorme expectativa, uma enorme taquicardia na gente! È mais terrível quando queremos que tenha mudado, quando precisamos que tenha mudado, mas a realidade ainda não nos deu nenhuma prova disso...
Seu texto é maravilhoso nesse aspecto, transmite essa insegurança na íntegra. E a decisão final de tentar deixa uma grande interrogação e uma doce reticência no ar...
Excelente.
Um beijo carinhoso
Leo
PS - Êh Paraíba, saudades desse lugar indescritível...